Uma aventura num túnel de...nem digo a sua extensão (nem duma nem doutro).
Ainda não tinha iniciado as minhas lides de escritora porque não tinha acontecido nada verdadeiramente bizarro que merecesse ser relatado nesta nobre página (ou então não).
Então cá vai: hj eu ia a Sara partímos à busca de novos materiais. Precisámos de um sítio tipo bricomarché e lá fomos nós à sua procura. Já no autocarro démos conta que o bilhete que tínhamos connosco era o que já estava gasto, ou seja, viajámos sem bilhete:).
Saímos na paragem devida, depois de eu ter carregado duas vezes para o autocarro parar, de este ter parado e de ninguém ter saído.
De regresso ao WEG (onde temos aulas, mas que ninguém sabe onde é, inclusive nós não sabemos explicar) procurámos a paragem do nosso autocarro, quando lá chegámos o autocarro estava a arrancar. Azar do caraças. Como não encontrámos os horários seguintes decidimos continuar a pé até à proxima paragem...
Andámos, andámos, andámos...chegámos a um túnel... continuámos a andar, andar...
Sara: Inês, tens a certeza que o autocarro passou por aqui?
Inês: Sim sim! o autocarro passou por um túnel!
Andámos, andámos andámos (sempre dentro do túnel)
Passámos por um carro parado que nos quis dizer qualquer coisa, mas como nos ensinaram que não se deve falar com estranhos, principalmente dentro de um túnel, não parámos...
Andámos, andámos, andámos...
Até que apareceu a polícia.
Eu pensei: será que é para nós?
quando eles pararam eu confirmei que era mesmos para nós. Aí pensei ainda o seguite: estamos lixadas, eu não tenho qualquer tipo de identificação, nem os "papéis" tratados.
Um dos poliziotos saiu do carro, abriu-nos a porta e nós entrámos.
Cumprimentámos o outro com um belo CIAO, como se fossemos velhos amigos:S.
Depois iniciou-se uma longa conversa: o que estão aqui(no túnel) a fazer? explicámos. de onde são? o que fazem? onde moram? que idade têm? há quanto tempo aqui estão (em bz)? Nós?hum.. há 1 mês:) e já falam assim bem? sim sim, aprendemos primeiro:)
Entretanto passamos pelo autocarro que deviamos ter apanhado, nós identificámo-lo, e eles levaram-nos a uma paragem.
Então e têm bilhetes? Sim sim!!! (já a outra viagem tinhamos feito sem bilhete)
(note-se, que o túnel nos levava a outra povoação, e quando fomos catadas já só nos faltavam 1500m pa chegar ao fim, a sua total :)
Como homenagem a esta maravilhosa aventura compusémos uma magnífica canção:
Estou nu túúúúnel!
Não me chateies que eu agora estou no túúúúnel!
E em breve vou chegar à esquadra,
Onde tu estás com a alma desgraçada!!
(quando os polícias nos disseram que era "pericoloso" andar no túnel eu ingenuamente preguntei: ma perché?per causa del gas o per causa delle machine? humm... forse per causa del gas!)
Ainda não tinha iniciado as minhas lides de escritora porque não tinha acontecido nada verdadeiramente bizarro que merecesse ser relatado nesta nobre página (ou então não).
Então cá vai: hj eu ia a Sara partímos à busca de novos materiais. Precisámos de um sítio tipo bricomarché e lá fomos nós à sua procura. Já no autocarro démos conta que o bilhete que tínhamos connosco era o que já estava gasto, ou seja, viajámos sem bilhete:).
Saímos na paragem devida, depois de eu ter carregado duas vezes para o autocarro parar, de este ter parado e de ninguém ter saído.
De regresso ao WEG (onde temos aulas, mas que ninguém sabe onde é, inclusive nós não sabemos explicar) procurámos a paragem do nosso autocarro, quando lá chegámos o autocarro estava a arrancar. Azar do caraças. Como não encontrámos os horários seguintes decidimos continuar a pé até à proxima paragem...
Andámos, andámos, andámos...chegámos a um túnel... continuámos a andar, andar...
Sara: Inês, tens a certeza que o autocarro passou por aqui?
Inês: Sim sim! o autocarro passou por um túnel!
Andámos, andámos andámos (sempre dentro do túnel)
Passámos por um carro parado que nos quis dizer qualquer coisa, mas como nos ensinaram que não se deve falar com estranhos, principalmente dentro de um túnel, não parámos...
Andámos, andámos, andámos...
Até que apareceu a polícia.
Eu pensei: será que é para nós?
quando eles pararam eu confirmei que era mesmos para nós. Aí pensei ainda o seguite: estamos lixadas, eu não tenho qualquer tipo de identificação, nem os "papéis" tratados.
Um dos poliziotos saiu do carro, abriu-nos a porta e nós entrámos.
Cumprimentámos o outro com um belo CIAO, como se fossemos velhos amigos:S.
Depois iniciou-se uma longa conversa: o que estão aqui(no túnel) a fazer? explicámos. de onde são? o que fazem? onde moram? que idade têm? há quanto tempo aqui estão (em bz)? Nós?hum.. há 1 mês:) e já falam assim bem? sim sim, aprendemos primeiro:)
Entretanto passamos pelo autocarro que deviamos ter apanhado, nós identificámo-lo, e eles levaram-nos a uma paragem.
Então e têm bilhetes? Sim sim!!! (já a outra viagem tinhamos feito sem bilhete)
(note-se, que o túnel nos levava a outra povoação, e quando fomos catadas já só nos faltavam 1500m pa chegar ao fim, a sua total :)
Como homenagem a esta maravilhosa aventura compusémos uma magnífica canção:
Estou nu túúúúnel!
Não me chateies que eu agora estou no túúúúnel!
E em breve vou chegar à esquadra,
Onde tu estás com a alma desgraçada!!
(quando os polícias nos disseram que era "pericoloso" andar no túnel eu ingenuamente preguntei: ma perché?per causa del gas o per causa delle machine? humm... forse per causa del gas!)

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